Não foi
nesta rodada final, que o Fluminense de Feira caiu para a série B do certame
baiano de 2022, as atrocidades nas administrações do clube, estão vindo a
partir de quando um grupo, tomou assar bancou-se do administrativo do clube,
elegendo o Pastor Tom, que 2019, já mostrava a inabilidade em conduzir o clube.
Dalí para a
frente, com duas pífias montagens de elenco, feitas por quem se diz expertise
em futebol, mas a especialidade, é afundar elencos, o time não mais conseguiu
se equilibrar, e hoje está na rua da amargura em Feira de Santana, sem o apoio
firme da comunidade feirense, torcedora do touro, que chora a queda de seu
time.
Mas a
pergunta que não quer se calar, está na boca do povo.
Agora, as
camisas estarão guardadas em baús, cheios de naftalina, para que as traças, não
acabem com os uniformes, o CT que já vinha sendo deteriorado, vai precisar de
cuidados especiais, uma vez que não terá movimentação frequente, mas os boletos
estarão chegando, e os atletas, qual será os seus destinos, e situações?
Só
lamentações, isso é o que resta para o combalido Touro do Sertão, que os donos
da verdade, encaminharam célere para o abatedouro, estando o mesmo no corredor
da morte. Ou se toma uma posição, para que o clube seja resgatado, ou o abate
será irremediável. Como um clube da potencialidade do Fluminense de Feira,
consegue vencer apenas 3 partidas em dois anos e alguns meses?
Me desculpem, mas a intervenção no clube, já passou da hora.
Em tempo,
diferentemente dos dirigentes que lá estão, os jogadores foram briosos, e
venderam caro a queda para a série B.
Foto reprodução
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA


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