Saído dos campos de peladas ou babas como queiram os senhores, lá da
capital do Goiás e com desvio de conduta para as drogas, depois de receber i
dinheiro das partidas disputadas pelo amador, Michael teve uma oportunidade no
Goiás Esporte Clube, onde o seu futebol moleque apareceu em uma campanha
elogiável no certame brasileiro e no estadual defendendo o time da Serrinha.
Michael foi tão bem que despertou o interesse de inúmeras agremiações,
mas foi o Flamengo quem comprou o jogador, já que estava montando um time com
várias estrelas, e o moço de Goiânia, seria sim um bom reserva para um time
estrelado.
Michael entrou em várias partidas, mas não enchia os olhos dos
treinadores, e muito menos da torcida rubro negra, era mais um para o banco de
reservas e poderia ser útil em alguns jogos. Pois bem, pacientemente o jogador
das peladas e babas das periferias do estado de Goiás foi treinando, e com
muita paciência crescendo em sua performance, condicionamento físico e
assimilando o jeito Flamengo de jogar.
Tem sim o Mengo um super time, com estrelas de primeira grandeza,
conquistando títulos e mostrando que é mesmo se não o melhor, um dos melhores
do Brasil, tendo em vista que tropeços acontecem em todos os percursos. Mas
paremos para observar um pequeno detalhe, qual o jogador de maior destaque no
time treinado por Renato Gaúcho nos dias atuais, e olhem que já vinha atuando
assim com Rogério Ceni.
Michael é a bola da vez na equipe do Flamengo, o jogador tem decidido
jogos com seu jeito simples e moleque de jogar futebol, e olhem não sei se está
tendo o destaque do qual é merecedor. No cartola seus pontos são magistrais,
para o treinador a válvula de escape, e para o torcedor a esperança de gols
quando entra em campo.
A lista dos grandes nomes do Flamengo hoje, por obrigação e merecimento,
tem que ter uma linha sobrando para que ali seja escrito o nome de Michael, uma
surpresa agradável que nos dá a certeza de ver belas jogadas em progressão, ou
seja em direção ao gol, buscando o objetivo de todo time, o triunfo. Seus
dribles e improvisos de jogadas não são para humilhar os adversários e sim o
seu jeito moleque e alegre de fazer o que gosta, jogar futebol.
Claro que e muitas opiniões serão divergentes da do colunista e por ele
espeitadas, mas que nestas observações quando se trata de Michael, vai ter um,
MAS... E este basta para provar que o moço é hoje se não a principal, mas a
peça que desequilibra uma partida a favor de Renato Gaúcho no bando de
reservas, e a certeza do grito de gol nas arquibancadas, seja dentro e ou fora
de casa, segurem o Michael.
Eu não jogo no cartola, mas se assim o fizesse, meu time teria Michael e
mais 10.
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA
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