Por: JOTA
JOTA
Na bela
festa democrática realizada na manhã da última quarta-feira 4, quando os
afiliados da FBF estiveram reunidos e por aclamação reelegeram Ricardo Lima e
Manfredo Lessa, para a presidência e vice da entidade, o presidente do
Fluminense de Feira fora por demais cumprimentado pela luta desenvolvida nos
últimos meses de 2021, para que agora a vigente Lei de Acesso, pudesse ser
aprovada.
Foram mais
de 3 meses em uma peregrinação buscando mostrar a necessidade de melhorar a
série “B” com um incentivo maior, e o acesso de dois clubes, o que motivou o
retorno de clubes licenciados que retornaram às atividades e no dia 22, começam
buscar em campo seus retornos à elite do futebol baiano, e que vençam os dois
melhores.
Zé Chico ao
entrar de corpo e alma na luta, já visava abrir uma oportunidade a mais para
que o Fluminense de Feira, clube no qual em dezembro depois do Conselho Técnico
o elegeu presidente, é por isso que volto a repetir a manchete da minha coluna,
ainda existem duas batalhas para que o combatente consiga lograr todos os
êxitos destes projetos do veterinário por formação e desportista por amor e
porque não devoção(?).
Agora a meta
é fazer com que o Touro do Sertão, cujo elenco da série B acaba de se
apresentar iniciando uma tarefa complicada, pois a série “B” deste ano, vai sim
ser mais complicada do que todas as últimas disputadas, uma vez que as 12
equipes inscritas estão se preparando e conseguindo atletas de qualidade, então
a luta não terminou, ela apenas será reiniciada em uma nova caminhada, a do
acesso.
Depois disso
Zé Chico lançou na época em que lutava pelo acesso, a probabilidade de que as
equipes da série “A” e “B”, pudessem jogar a até então extinta Copa Governador
do Estado, abrindo uma vaga em competições nacionais e ou regionais para o
campeão e vice da Copa.
Um passo
está bem dado e divulgado no calendário esportivo do ano, na medida em que a
Copa tem datas reservadas e publicadas no site da FBF, tendo seu início no dia
7 de setembro e o término no dia 13 de novembro, e os clubes das séries A e B
agora precisam continuar buscando junto a entidade a realização da mesma, para
que não tenham suas atividades finalizadas, atletas com empregos perdidos.
O bom é que
em todas estas atividades em busca do melhor, Zé Chico nunca se mostrou ser o
“PAI DA CRIANÇA”, sempre enaltecendo a luta iniciada pelo Barcelona e Unirb em
2020, quando os clubes da série “A” vetaram a proposta, e em todas as suas
entrevistas usava o verbo na primeira pessoa do plural NÓS e nunca o EU no
singular, e a união acabou fazendo a força, pois o dirigente feirense contou
com o apoio de toda imprensa esportiva da Bahia, sem exceção.
Espero que a
busca pela próxima competição prossiga com pulso forte.
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA

Nenhum comentário:
Postar um comentário