quarta-feira, 31 de maio de 2023

Futebol Feirense é hora de dar a volta por cima

A opinião de Jota Jota 

Alguém expertise do futebol poderia me colocar a par do que vem acontecendo com os dois clubes da Princesa do Sertão, ou quem souber morre como diz o ditado popular? 

Foi público e notório o trabalho dos dirigentes do Bahia de Feira e do Fluminense, com relação à montagem dos dois elencos para os campeonatos em que estão inseridos, com o propósito de galgarem séries acima das quais se encontram. 

O Fluminense de Feira: 

Montou uma verdadeira seleção de nomes, e que no papel seria a mais difícil de ser batida dentro das quatro linhas, atletas rodados, com sucessos alcançados em seus currículos em clubes da série A do certame baiano e pernambucano. O time começou bem ao golear o Leônico recém surgido das cinzas, dando-nos a nítida impressão de que o rolo compressor ia passar lépido na competição. 

Mas os outros dois resultados foram na visão do torcedor decepcionantes, os atletas não renderam dentro de campo o esperado, perderam para o Jequié com um homem a mais em campo, e depois empatou com o UNIRB em Alagoinhas. Agora as pules estão compradas para a partida diante do Juazeiro no domingo, quando depois de cumprir pena retorna ao Joia da Princesa. 


O Bahia de Feira: 

Teve seu time reforçado depois de uma recuperação tardia dentro do Campeonato Baiano, onde o começo foi letárgico, sem forças para chegar nas semifinais ficando dependendo de um resultado do Bahia, e este não veio. Atentos os mentores foram ao supermercado da bola em busca de reforços, e eles chegaram para o comandante João Carlos Ângelo. 

Mas por incrível que possa parecer, os principais resultados negativos do Tremendão na série D em 2022, foram dentro da Arena Cajueiro, e ei que o raio voltou a cair no mesmo lugar, dois resultados ruins jogando em casa o que não é admissível, principalmente quando o elenco só acorda depois de estar inferiorizado no marcador. 

Conceito: 

Está mais do que na hora dos dois elencos se reabilitarem dentro das quatro linhas, os dirigentes que dão totais condições de trabalho, os torcedores e a imprensa não jogam, não fazem os gols necessários para que estejam bem nas tábuas de classificação, isso cabe aos comandados de João Carlos Ângelo e de Givanildo Sales que precisam descobrir como superar esses problemas. 

A bola vai continuar rolando solta nos gramados das Séries D do brasileiro e B do baiano, que tratem os meninos de correram atrás dela, as torcidas estão prontas para soltarem o grito de gol das gargantas, e gols que tragam 3 pontos. 

#PRONTOFALEI@JOTAJOTA

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