Nos áureos
tempos, quando a juventude gostava das músicas da jovem guarda, e as mesmas
faziam um sucesso retado, Erasmo Carlos era o Tremendão, apelido dado ao Bahia
de Feira, homônimo do de Salvador, e quem com ele mais uma vez, emendará os
bigodes no Estádio Jodilton Souza, a conhecida Arena Cajueiro, pela segunda
partida das semifinais do baianão.
A cidade de
Feira de Santana, bairrista como é, apesar das divisões de torcidas, e com a
brusca descida de ladeira do Fluminense, resolveu torcer sim, pelo único
representante da cidade, no certame estadual, e na série D do brasileiro. Pode
não ser um novo casamento, mas é um amor colorido, platônico, e ou como diz a
juventude atual, “estão ficando”.
Mas aos
poucos, o Bahia de Feira, vaio chegando, e não pretermitiu que a cidade,
ficasse de fora do contesto esportivo, e que um dia fora, bem representada pelo
Fluminense, mas como conseguiram aniquilar o Touro, entra-se com o roqueiro,
que faz sucesso agora.
E assim,
nesta quarta-feira 12, mesmo sem poder estar nas arquibancadas, a torcida da
Princesa do Sertão, será toda ela direcionada para o Bahia de Feira, com os
olhares e energias cheios de CLIPTONITA, para que o homem de aço, perca suas
forças.
Para cima do
primo rico Bahia de Feira, você pode, você consegue, assim pensam seus
torcedores fieis, e também os agregados de agora, que estão degustando um pouco
do seu sucesso.
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA.

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