Depois de algumas horas de comemoração, onde direção,
comissão técnica e elenco, comemoraram sem exageros, sua passagem para o ápice
do certame baiano, que é a final a ser disputada em dois jogos, é hora de
retornar ao batente, uma vez que tem jogo à vista.
O recondicionamento físico pelo desgaste da partida, a
recuperação de possíveis lesionados, e a montagem de uma estratégia, para
enfrentar um adversário cascudo em sua casa, já estão em andamento, e o Bahia
de Feira, começa no domingo, um outro campeonato de 180 minutos, precisando
fazer história.
Como todos nós sabemos, as partidas finais de um campeonato,
onde o objetivo maior é o título, exige de todos, uma maior atenção, e muito
mais dedicação em suas ações, as chuteiras serão modernas, com um coração
estampado no bico, pois a responsabilidade aumenta, ainda mais quando o clube,
passa a ser o elo de paz, para uma cidade inteira.
Os jogadores do Tremendão, sabendo que tal oportunidade em
colocar seus nomes na história do clube, e do futebol do estado da Bahia, vão
dobrar a dedicação que já apresentam, em defender a agremiação, é preciso ser
campeão, pois o vice, é como goleiro nos pênaltis bem cobrados, não aparece nem
na foto oficial.
A responsabilidade que já era grande, ao final do jogo diante
do Bahia da capital triplicou, e os obstáculos serão outros, difíceis sim, mas
nunca intransponíveis, por isso no Tremendão, a frade de agora é... MEU NOME É
TRABALHO.
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA

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