Brasil e
equador, fizeram um jogo duríssimo, mas de assistir na primeira etapa, onde o
selecionado de Tite, não se encontrou em campo, deixando claro a falta de
entrosamento do elenco, que encontrou inúmeras e um pouco mais de dificuldades,
de sair do seu campo jogando, optando por trocas de passes na defensiva, sem
achar uma brecha.
A marcação
tríplice em Neymar, que era um delegado em campo, e não tinha ao seu lado os
investigadores, perdia bola em todas as tentativas e armar jogadas, por outro
lado, os equatorianos, com jogadores que atuam no futebol brasileiro, se
defendia, esperando por uma bola que não encontraram. Assim foi o primeiro
tempo, e até a metade do segundo, com o jogo se desenvolvendo tal como começou.
Tite então
preparou a mudança, ia tirar Richarlysson, para entrada de Gabriel Jesus, mas
na hora H, eis que Fred recebe um cartão amarelo, imediatamente o treinador,
tira o amarelado brasileiro, e coloca Gabriel Jesus. Bendito cartão amarelo,
que mudou forçadamente o esquema da seleção, com Paqueta, voltando um pouco
mais, e subindo de produção. Ai na frente a rapaziada passou a jogar um pouco
mais. Mesmo o entrosamento não aparecendo, mas sim a individualidade de cada um.
Quem
aborrecido com o primeiro tempo, acabou indo dormir, não viu os dois gols, que
mantiveram o Brasil invicto, chegando a 15 pontos, cinco a mais que o segundo
colocado. E me permito a não relacionar, a péssima atuação do primeiro tempo,
com a polêmica de jogadores, e a direção da CBF, mas sim ao critério de
convocação, que vem sendo usado a muito tempo no Brasil.
Deixaram de
montar a seleção, em cima dos dois melhores times da atualidade, enxertando-os
nas posições mais carentes, mantendo a seleção entrosada, e com maior volume de
jogo, para trazer jogadores que estão no exterior, jogando um em cada país, e
times diferentes, só se falando por telefone. A partir de que mudaram está
logística, não ganhamos mais nada.
Dentre
mortos e feridos, salvou-nos um cartão amarelo.
#PRONTOFALEI@JOTAJOTA.

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